Quando te encosto, não digo nada.
Deixo que minha respiração encontre a tua,
e no silêncio entre nós dois
é teu corpo que pede o meu.
Há um tremor leve no teu peito
que só eu percebo
e é nele que a minha vontade acende,
devagar, profunda,
como quem te deseja inteira
sem precisar pronunciar teu nome.