Entre o que fui e o que sou
Carrego cicatrizes que o tempo não levou,
mas aprendi a enxergá-las como mapas
de tudo o que sobrevivi.
Há pedaços meus espalhados por caminhos
que nunca mais voltarei a percorrer,
e ainda assim, sinto gratidão por cada um.
Já tropecei em esperanças quebradas,
já acreditei demais em quem não ficou,
mas o coração, teimoso, insiste
sempre acha um motivo pra recomeçar.
Talvez seja isso viver:
aceitar que nem sempre dói à toa.
Não busco mais a perfeição das manhãs,
quero apenas o sol possível,
a brisa leve depois da tempestade,
o riso sincero que vem sem aviso.
Porque a vida, no fundo,
é feita de pequenas curas diárias.
E quando olho pra trás,
vejo que nada foi em vão
cada queda me empurrou pra mais perto de mim,
cada perda me ensinou o valor do que fica.
Hoje caminho sem pressa,
sabendo que o amor, a paz e o perdão
não se encontram — se constroem.
Sou feito do que restou,
mas também do que floresceu depois da dor.
E se amanhã o mundo desabar,
eu me reinvento outra vez
porque viver é cair, sentir e, mesmo assim,
continuar acreditando.
Carrego cicatrizes que o tempo não levou,
mas aprendi a enxergá-las como mapas
de tudo o que sobrevivi.
Há pedaços meus espalhados por caminhos
que nunca mais voltarei a percorrer,
e ainda assim, sinto gratidão por cada um.
Já tropecei em esperanças quebradas,
já acreditei demais em quem não ficou,
mas o coração, teimoso, insiste
sempre acha um motivo pra recomeçar.
Talvez seja isso viver:
aceitar que nem sempre dói à toa.
Não busco mais a perfeição das manhãs,
quero apenas o sol possível,
a brisa leve depois da tempestade,
o riso sincero que vem sem aviso.
Porque a vida, no fundo,
é feita de pequenas curas diárias.
E quando olho pra trás,
vejo que nada foi em vão
cada queda me empurrou pra mais perto de mim,
cada perda me ensinou o valor do que fica.
Hoje caminho sem pressa,
sabendo que o amor, a paz e o perdão
não se encontram — se constroem.
Sou feito do que restou,
mas também do que floresceu depois da dor.
E se amanhã o mundo desabar,
eu me reinvento outra vez
porque viver é cair, sentir e, mesmo assim,
continuar acreditando.